Acho que todo mundo que chegou até aqui (e mesmo os que não chegaram) conhecem muito bem o significado de dinheiro, esse problemático e solucionático (rs) objeto. A questão é, quem aqui nunca pensou porque esse pedaço de papel vale tanto? É claro que muitos sabem, porque indiretamente ele mesmo se explica é para conseguirmos mensurar alguns valores que não se conseguia antes e mesmo assim sabemos bem que isso não é uma ciencia exata.

Bem, mas vamos aos fatos, nos primeiros tempos da civilização, ninguém precisava de dinheiro, mesmo porque não existia. Mas, quando o homem começou a viver em sociedade, apareceram os primeiros problemas. Imaginem o caçado que tem uma pele de tigre e precisa de uma lança para seu trabalho, com o cara que faz uma lança. O camarada da lança acha que sua lança vale muito mais que a pele de tigre, já o cara da pele fala que a pele no mínimo vale 2 lanças.

Por isso, o homem precisava de algo que facilitasse a obtenção do que queria. Muitos séculos se passaram até o homem encontrar o melhor meio de troca. Nesse período por exemplo a Áfria e Ásia, usaram sal de rocha como dinheiro; na Mongólia, na Sinéria e no Tibete, tijolos de chá; na China, pedaços de bambu (as pessoas ricas eram bambulionárias).

Mas nem só de bambu viviam os chineses. Já no ano 3000 a. C., eles tinham uma curiosa moeda de cobre com a forma de um boneco de massa, sem braços, conhecida por pu, além do nariz de formiga. É nessa horas que eu agradeço a nossa moeda ser chamada de Real.

Os antigos egípcios, malucos no mínimo, usavam dinheiro em rodelas, imagina a carteira para carregar isso?  Na Arábia, havia dinheiro em fios, eu fico imaginando quem controlava isso? Porque se alguém soubesse tecer fios, fabricaria dinheiro autentico.

Mas o fato mais curioso e que deu origem a uma palavra usada até hoje, foi o pessoal da antiga Roma, os soldados eram pagos com sal. Por isso, o ganho deles era chamado de SALARIUM, de onde se originou a nossa palavra SALÁRIO.  E também a famosa frase, “Você não vale o  sal que come”.

Agora em termos de dificultar as trocas tiveram alguns campeões, em uma dessas épocas era moda usar como dinheiro o gado, porque este dinheiro não ficava parado entre um negócio e outro. Puxava arado e carga e fornecia leite.

Mas na ilha de lap, no pacífico, os ricos tinham que ser muito fortes, porque eles tinham uma moeda de pedra de 50 quilos, que valia uma canoa de 6 metros ou uma esposa de qualquer tamanho.  As moedas de troca passaram por boas esquisitices, como os indios americanos que usavam contas e adornos, os eqquimós usavam anzóis, nas ilhas Salomão, usavam os dentes-de-cachorro, na Africa era usado cerdas da cauda do elefante.

Até que, finalmente, há 2 mil anos, na Lídia, porque o tempo acabou provando que o mundo valorizava objetos de metal, um sujeito iniciou a cunhagem da MOEDA. Os lídios percorreram longes terras e suas moedas ovais ou cuneiformes eram admiridas em todos os lugares. As moedas de ouro puro do rei Creso iam ficando cada vez mais conhecidas.

Outros paises então começaram a copiar e melhoraram o sistema. Grécia e Roma colocaram símbolos nacionais em seu dinheiro. A primeira moeda de prata de valor e peso definidos surgiu no século VII a. C. na ilha grega de Égina. E o primeiro homem a ter su efígie gravada em moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, no ano 330 a. C.

Depois disso as moedas ficaram famosas e acabaram prevalecendo sobre os outros artefatos de troca. Mas mesmo elas foram alvos de reclamação por causa do peso e ai que inventaram o papel-moeda, mas isso fica para um próximo post.

  • Exposição sobre o Star Wars começa hoje no Brasil
  • CPMF - Continua ou não?
  • Chris Brown - História, Discografia e Letras
  • Piada - O cão e o Açougueiro (com moral)
  • Jogo e filme do Homem de Ferro breve em estréia.