Já tinha visto espalhado pela Net (e para os mais atrasadinhos que não sabem, vão ficar sabendo agora) que o Counter-Strike foi proibido no Brasil, pois bem sabemos do seu conteúdo de violência. É claro que não concordo com esse tipo de ação, se formos começar a proibir tudo o que virtualmente pode gerar um “realmente”, ainda mais utilizando o criterio do subjetivo, não vamos poder usar nada.
Eu não ia postar nada sobre isso, mas quando vi essa notícia das meninas que jogam CS desde 11 anos de idade (e nunca sairam atirando em ninguém) e representam muito bem o Brasil em competições de CS femina.

Para elas, como para a maioria das pessoas que realmente conhecem o jogo, tem motivos fortes para ver que a decisão não tem nada a ver. Alguns argumentos delas foram até engraçados, a Cláudia, por exemplo, disse: “Não acho que o jogo influencia o comportamento, é uma questão de educação. Todo mundo jogou ‘Super Mario’ quando era criança, mas ninguém pisa em tartaruga e come cogumelo por causa disso. Ninguém sai atirando”.
Se formos pelo mesmo racínio imagina quem jogava PacMan vai ficar quem nem essa cara ai na foto de baixo.

Foto obtida do blog Rodrigo Flausino
Tem muitos argumentos e uma história de um bom tempo dessas meninas que são chamadas LadieS (o grupo do CS), se quiser saber mais, a reportagem completa está no portal G1






