Mesmo já tendo passado algumas décadas, ainda há curiosos sobre esse tema, além do que exatamente por terem passados diversos anos, alguns nem sabem o porque o EUA foram os primeiros a pisar na lua.
Em 1961, após Yuri Gagárin (da Rússia) fazer a órbita na Terra, o presidente dos EUA, John F. Kenedy (isso mesmo aquele que foi assassinado), pediu, independente do custo, “um programa que nos dê esperança de sermos pioneiros num projeto espacial”. Assim, surgiu o plano de colocar homens na lua até o final da década. Chamado Projeto Apollo, esse plano envolveu mais de 400 mil pessoas e custou pelo menos 25 bilhões de dólares, além de algumas vidas: em 1967, na simulação de um lançamento, os três tripulantes da Apollo 1 asfixiaram-se num incêncio. Mas a missão foi coroada com sucesso quando, em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong desceu na lua.
A missão da Apollo 11, cuja equipe de três homens era completada por Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, tinha três partes: um foguete de três andares, o Saturn V, módulos de serviço e comando e o módulo lunar Eagle, que levou Armstrong e Aldrin até a superfície da lua. Lá, eles permaneceram mais de duas horas, colocando instrumentos e a bandeira dos EUA, com o andar desequilibrado em uma gravidade que é um sexto da existente na Terra.
Houve seis outras missões antes do fim do projeto, após o retorno da Apollo 17 ‘a Terra, em dezembro de 1972. Ao todo foram feitos onze vôos tripulados; uma dúzia de astronautas descera na lua e outros doze haviam contornado sua órbita. Imagens televisionadas dessas explorações tinham ajudado a estabelecer a primazia dos EUA na corrida espacial. Porém, mas importante que isso, o Projeto Apollo marcou o começo de uma nova era de exploração: a humanidade estabelecera um primeiro ponto de apoio em outro corpo celestial.
























